Terapia Assistida por Psicodélicos (cetamina, ibogaína e, em jurisdições que autorizam, psilocibina/MDMA) para depressão resistente, TEPT e dependência química — sempre com triagem médica e psicológica prévia.
Avaliação cardíaca (ECG), hepática e psiquiátrica antes de qualquer protocolo — reduzimos risco em vez de só vender experiência.
Trabalhamos só com clínicas hospitalares licenciadas — nunca com facilitadores informais sem retaguarda médica.
Integração pós-experiência com psicólogo, porque o resultado depende do que acontece depois da sessão, não só durante.
| Substância | Onde | Indicação principal | Faixa de investimento |
|---|---|---|---|
| Cetamina/escetamina | Brasil (clínica licenciada) | Depressão resistente, dor crônica | R$ 8.000 – 18.000 · protocolo de 6 sessões |
| Ibogaína | México (clínica hospitalar) | Dependência química (opioides principalmente) | US$ 7.500 – 15.000 · programa de 10–14 dias |
| Psilocibina | Holanda (retiro legal) | Ansiedade, luto, transformação pessoal | € 2.800 – 4.500 · retiro de 4–5 dias |
| MDMA / Psilocibina (prescrição) | Austrália (psiquiatra autorizado TGA) | TEPT / depressão resistente | AUD 25.000 – 35.000 · protocolo clínico completo |
| Cetamina (clínica licenciada) | Estados Unidos (clínica licenciada por estado) | Depressão resistente, TEPT, dor crônica | US$ 4.500 – 9.000 · protocolo de 6 sessões |
| Ibogaína (Right-to-Try) | Estados Unidos (programa federal Right-to-Try) | Dependência química, casos sem resposta a outros tratamentos | US$ 12.000 – 20.000 · programa supervisionado |
Valores de mercado aproximados, incluindo parte da logística de viagem — cotação final depende de avaliação médica individual.
Cetamina no Brasil, 1 pessoa
Ibogaína ou psilocibina, com viagem
Via Instituto Travessia (OSC)
Toda jornada terapêutica passa por triagem cardíaca, hepática e psiquiátrica antes da aprovação. Há contraindicações reais — condições cardíacas graves, certos transtornos psiquiátricos e interações medicamentosas podem impedir a participação, e é a triagem que decide isso, não o desejo do cliente.
Não. Nenhuma clínica séria promete cura. O que garantimos é o protocolo clínico correto, a equipe habilitada e o acompanhamento antes e depois — o resultado terapêutico depende de cada organismo e processo.
No Brasil, hoje, só cetamina/escetamina têm uso clínico consolidado. Ibogaína tem zona cinzenta regulatória (a ANVISA permite uso pessoal com prescrição, mas não há protocolo hospitalar amplamente disponível); psilocibina e MDMA não têm via legal de acesso aqui — por isso mapeamos onde a legislação permite com segurança.
Sim, como suporte clínico e continuidade de cuidado — mas quem prescreve e administra a substância é sempre o médico licenciado no país onde o protocolo ocorre (exigência legal em todos os destinos que trabalhamos).
Parte da margem dos pacotes premium financia vagas via Instituto Travessia, nossa OSC parceira. Há critério de avaliação socioeconômica e psicológica — não é só ordem de chegada.